Ciclo Yves Saint Laurent no Cine MuBE

maio 12, 2009 by

Começou no último sábado (09/05) um especial de moda no Cine MuBE, aqui bem do nosso lado. Aproveitando que 2009 é o ano da França no Brasil, o Museu Brasileiro de Escultura vai exibir uma série de documentários sobre moda no que ficou chamado como Ciclo Yves Saint Laurent.

Os filmes serão exibidos em sábados alternados (um sábado sim, outro não), sempre as 20h. E o melhor de tudo é que a entrada é franca. Se você perdeu a primeira seção (do dia 09) já vai se programando pois só tende a ficar ainda mais interessante.

Veja a programação completa abaixo:

09 de maio
E Elle criou a mulher

Et Elle créa la femme (França, 2006).
Cores. Duração 84’.

O relato da história do jornal Elle, sua criação, seu percurso em comunhão com o movimento das mulheres, sua presença constante na evolução das modas e das tendências. Imagens de arquivos atravessam o espírito e as modas destes 60 anos e se entrelaçam com entrevistas exclusivas com criadores de moda, atores da história das mulheres e a história do jornal.

23 de maio
Histórias de Elle

Histoire(s) D’Elle (França, 2005).
Cores. Duração 84’.

60 anos de celebridades, de conselhos de beleza, de fichas de cozinhas e de… reivindicações. Entre glamour e feminismo, a epopéia da mais popular e famosa revista feminina, em um filme brincalhão, repleto de imagens de arquivo e de cenas fortes interpretadas por atrizes do cinema francês.

13 de junho, 20h
Yves Saint Laurent 5, Avenue Marceu 75116 Paris

(França, 2002).
Cores. Duração 78’.

Pela primeira vez Yves Saint Laurent aceitou abrir as portas de sua “casa de costura” para uma equipe de cinema. A câmera de David Teboul nos conduz por uma narrativa às portas fechadas, e à descoberta de um costureiro em um corpo a corpo com o seu universo de trabalho, dedicado à criação desde os croquis até o modelo final.

27 de junho, 20h
Yves Saint Laurent – o tempo redescoberto

Yves Saint Laurent, le temps retrouvé
(França, 2002).
Cores. Duração 78’.

Há mais de meio século, Yves Saint-Laurent não parou de ampliar sua influência e imprimir sua marca peculiar na relação que manteve com a moda, as mulheres e a sociedade. Em uma longa entrevista com o realizador do filme, ele comenta grandes momentos de sua infância, de sua adolescência, de sua brilhante carreira e os encontros que marcaram sua vida.

– Luigi TorreServiço:
MuBE

Rua Alemanha, nº 221. Jardim Europa, São Paulo
tel.: (11) 2594-2601

 

FONTE:http://www.girassolatendimento.com.br/blog

BLOG BOM, TEM QUE OLHAR!

Phantom of the Opera

abril 13, 2009 by

Pós páscoa!

Dá pra estudar inglês com esse filme Cristine!

(file original, de 1943)

Commercial Gucci by Gucci – David Lynch

abril 7, 2009 by

É tão bonito que eu sofro olhando.

Aliás, você aí, entende David Lynch?

VOCÊ RESPONDE?

abril 3, 2009 by

glauber-ultimo1Recebemos o senguinte comentário no post:

 “como faço pra ter uma carreira fora do brazi. quero mto tentar ser alguem. quero ser o exemplo da familia . eu queria msm ser ator. fazer filmes …..meu tel88xx-xxxx”

Um dia de uma tarde ensolarada na Cinemateca Catarinense li na orelha de um livro empoeirado:

“Fazer cinema no Brasil é mais ou menos como ser violinista na Bolívia, dançarino no Paraguay ou astronauta no Chipre”

Jorge Furtado.

A grande pergunta da pessoa que escreveu é uma das perguntas irrespondiveis do mundo. A outra é: “O que é um bom diretor?”

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FALA PRA MIM GLAUBER!

É tudo verdade. Coutinho e cinema Iraniano.

abril 1, 2009 by

moscou21

 

 

 

O Festival É Tudo Verdade vai começar.

Infelizmente esse ano não poderei ir. Me dói principalmente por que lá estará o novo documentário de Eduardo Coutinho, que entre tantos realizou o Edifício Master (tem na locadora tá?). E entre tantos, Edificio Master não é meu preferido, mas é o preferido de muita gente, já que foi muito copiado.

Após Edificio Master o documentarista lançou seu documentário sobre o sertão. Gente, não lembro o nome do filme, mas o incrível foi que pela segunda vez (depois de Glauber Rocha) eu conheci de perto o que é ser um sertanejo. A realeza da cinematografia é sentida quando o espectador, frente a tela, reconhece e se reconhece na imagem em movimento. Eu me reconheci no sertão um pedaço do que sou vivendo no Brasil. Mas vou guardar um post para esse filme quando descobrir o nome dele, ok?

Voltando ao Coutinho, ao Tudo É Verdade e ao Cinema Iraniano:

coutinhoO ultimo longa de Coutinho, intitulado “Moscou”, fala de do ensaio de um grupo de teatro mineiro. O interessante, além do texto da peça ser “Três Irmãs”, de Tchecov, é durante o longa muitas vezes o espectador não sabe o que é encenação, e o que é “verdade”.

Vindo da premissa que aqui, tudo é verdade, há como confundir o espectador que se propõe a ir ao cinema sem a pré-leitura da sinopse da programação. E quando o espectador é questionado sobre qual “verdade” acreditar, temos aí outra grande função da sétima arte: o papel social de fazer um ser pensante usar seu cérebro por uma causa nobre: ele mesmo. E para o diretor? O que faz do diretor, que brinca de Deus, manipular uma situação para seu cliente (ou seja, a pessoa que vai ver o filme) experimentando o poder da câmera na mão?  Um dia vou perguntar isso para ele.

makhmalbaf2Quando estava na escola de cinema, assisti o “Salve o Cinema”( Mohsen Makhmalbaf, 1995). Um filme iraniano que mostra a seleção de atores para um filme. O longa tem duas locações: A área externa de um ginásio com milhões( mesmo!) de pessoas no aglomero para fazer o teste e a parte interna do ginásio, com o diretor do filme e mais algumas pessoas fazendo o teste emque pessoas atuam para a seleção. É estonteante. É desafiador tentar desvendar o segredo do filme.

salve-o-cinema1

 Eu ainda não vi o “Moscou”, mas espero ansiosa para fazer uma resenha sobre esses dois filme, pois impugnar a fina linha entre ficção e documentário, e discutir a relação do cinema e a realidade desperta em mim um novo prazer em ir a sala de cinema.

 

www.etudoverdade.com

Quase cinema.

abril 1, 2009 by

tirinha1264

www.malvados.com.br

Inspiração:FELLINI

março 27, 2009 by

La Dolce Vita-Frederico Fellini-Finale

Você só acha que conhece? Então leia oque a Wikipédia me contou:

“Mulheres e Luzes” (“Luci del varietà”), de 1950, foi o primeiro filme de Fellini co-dirigido pelo experiente diretor Alberto Lattuada. Uma comédia charmosa sobre uma turma de saltimbancos itinerantes. O filme foi um estimulante para Fellini, na época com 30 anos, mas sua fraca distribuição e críticas fracas tornaram do filme um motivo de preocupação e um desastre que levou a produtora à falência, deixando Fellini e Lattuada com dívidas que se estenderam por uma década.

O primeiro filme que Fellini dirigiu sozinho foi “Abismo de um sonho” (“Lo sceicco bianco“, 1952). Estrelado por Alberto Sordi. O filme é uma releitura de uma fotonovela – comuns na Itália daquela época – de Michelangelo Antonioni feita em 1949. O produtor Carlo Parlo Ponti pagou a Fellini e Tullio Pinelli para desenvolver a trama, mas achou o material muito perplexo. Assim, o filme foi passado para Alberto Lattuada, que também recusou. Fellini então resolveu pegar o desafio e dirigiu o filme sozinho.

Ennio Flaiano (que também co-escreveu “Mulheres e Luzes”) trabalhava um novo texto com Fellini e Pinelli. Juntos moldaram um conto de um casal recém-casado cujas aparências de respeito são devastadas por fantasias da esposa inexperiente (papel muito bem retratado por Brunella Bovo). Pela primeira vez, Fellini e o roteirista Nilo Rota trabalharam juntos em uma produção de um filme. Eles se encontraram em Roma no ano de 1945 e a parceria durou com sucesso até a morte de Rota durante o making of do filme “Cidade das Mulheres” em 1980. Essa relação artística foi memoravelmente descrita como mágica, empática e irracional.

Em 1961, Fellini descobriu através de um psicanalista os livros de Carl Jung. As teorias de Jung de anima e animus, o papel dos arquétipos e do coletivo inconsciente foram vigorosamente explorados no filme ““, “Julieta dos Espíritos”, “Satyricon”, “Casanova” e “Cidade das Mulheres”.

O reconhecido e aclamado Fellini ganhou quatro Óscares na categoria de melhor filme estrangeiro (vide filmografia), uma Palma de Ouro no Festival de Cannes com o filme “A Doce Vida”, considerado um dos filmes mais importantes do cinema e dos anos 60. Foi neste filme que surgiu o termo “Paparazzo”, que era um fotógrafo amigo de Marcello Rubini, interpretado por Marcello Mastroianni.

Os filmes de Fellini renderam muitos prêmios, dentre eles: quatro Oscars, dois Leões de Prata, uma Palma de Ouro, o prêmio do Festival Internacional de Filmes de Moscou e, em 1990, o prestigiado Prêmio Imperial concedido pela Associação de Arte do Japão, que é considerado como um Prêmio Nobel. Este, cobre cinco disciplinas: pintura, escultura, arquitetura, música e teatro/filme. Com este prêmio, Fellini juntou-se a nomes como Akira Kurosawa, David Hockney, Balthus, Pina Bausch, e Maurice Béjart.

[editar] Legado

Com uma combinação única de memória, sonhos, fantasia e desejo, os filmes de Fellini têm uma profunda visão pessoal da sociedade, não raramente colocando as pessoas em situações bizarras. Existe um termo “Felliniesco” que é empregado para descrever qualquer cena que tenha imagens alucinógenas que invadam uma situação comum.

Grandes cineastas contemporâneos como Woody Allen, David Lynch, Girish Kasaravalli, David Cronenberg, Stanley Kubrick, Martin Scorsese, Tim Burton, Pedro Almodóvar, Terry Gilliam e Emir Kusturica já disseram ter grandes influências de Fellini em seus trabalhos. Woody Allen, em particular, já usou o imaginário e temas de Fellini em vários de seus filmes: “Memórias” evoca “”, e “A Era do Rádio” é remanescente de “Amarcord”, enquanto “Broadway Danny Rose” e “A Rosa Púrpura do Cairo” inspirados em “Mulheres e Luzes” e “Abismo de um Sonho” respectivamente. O cineasta polonês Wojciech Has, autor dos filmes “O manuscrito encontrado em Saragoça” (1965) e “Sanatorium Pod Klepsydrą” (The Hour-Glass Sanatorium – 1973), são notáveis exemplos de fantasia modernista e foi comparado à Fellini pela “Luxúria pura de suas imagens”.

O cantor escocês de rock progressivo lançou em 2001 um álbum de nome Fellini Days, com letras e músicas totalmente inspiradas nos filmes de Fellini.

O trabalho de Fellini inspirou fortemente musicalmente e visualmente a banda “B-52’s”. Eles citaram que o estilo de cabelos bufantes e de roupas futuristas e retrô vem de filmes como ““, por exemplo. A inspiração em Fellini vem também no último álbum da banda, intitulado “Funplex”, (2008) com uma música que leva o nome de um de seus filmes “Juliet of the Spirits“, ou, “Julieta dos Espíritos” (“Giulietta Degli Spiriti, 1965)”.

Festival do minuto no Youtube.

março 27, 2009 by

festivaldominuto

O Festival do Minuto está disponível no Youtube. Agora todo mundo pode ter acesso aos videos que passaram pelo festival mais popular do Brasil. O Festival do Minuto já está em 30 cidades. Provavelmente em algum cinema alternativo ou alguma salinha adaptada, é só olhar na programação do cinema. Se você mora em alguma capital, é certo que vai passar aí. Em Florianópolis a programação segue no Cine Sol da Terra, na Lagoa da Conceição. O bacana do festival é conseguir convencer da sua idéia em apenas 1 minuto. Na publicidade, um minuto é uma eternidade para milhões de curtas cenas, e para um documentarista, é o silencio na janela de um personagem de Coutinho do Edificio Master.

E pra você?

Colocar suas idéias em um tempo determinado é complexo não?

http://www.youtube.com/user/festivaldominuto

www.festivaldominuto.com.br

Quase cinema!LARICA!

março 20, 2009 by

Gente querida, assisti ontem na casa do Jean Mafra. É quase quase cinema baixo orçamento né?

ADORO.

 

Coragem de enfrentar o mundo e ir morar sozinha

:p

Cinema Falado inicia temporada 2009 com O Gabinete das Figuras de Cera

março 20, 2009 by

 

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O projeto Cinema Falado do Museu Victor Meirelles inicia a temporada 2009 nesta quinta-feira, dia 26 de março, às 18h30min, mais uma vez trazendo um dos mais belos exemplares do cinema expressionista alemão. Trata-se de O Gabinete das Figuras de Cera, do diretor Paul Leni, tendo como lançamento o ano de 1924. O mediador convidado é o historiador Diogo Benoski. Pelo quarto ano consecutivo Benoski é o convidado para a abertura da temporada do Cinema Falado, já que o projeto sempre se inicia com um filme expressionista alemão, categoria na qual é especialista. Diogo é mestre em História Cultural pela UFSC, com ênfase em História do Cinema, e doutorando, na mesma área, com especialização em Cinema da Década de 1930 e 1940, também pela UFSC. O ano de 2009 celebra a quarta temporada do Cinema Falado, um projeto cuja proposta é bem simples: após a exibição de um filme tem início uma conversa com a platéia, com a ajuda de um mediador convidado. Nesse grande bate-papo sobre quase tudo, entremeado pelas provocações vindas da tela, chega-se à conclusão que tão bom quanto um bom filme, é uma boa conversa sobre ele. Produzido no auge do Expressionismo Alemão, O Gabinete das Figuras de Cera apresenta três episódios entrelaçados, contados por um jovem poeta, que foi contratado por um museu de cera para escrever as biografias de três personagens, três grandes criminosos: o califa Haroun al-Haschid; Ivã, o Terrível; e Jack, o Estripador. Realizado por um dos mais inovadores cineastas do cinema silencioso alemão, Paul Leni, O Gabinete nos permite notar as várias técnicas visuais aplicadas para compor este ambicioso filme, cuja característica é a tridimensionalidade dos cenários expressionistas. Além do vanguardismo na direção de arte, temos nos papéis dos criminosos os três maiores atores alemães de todos os tempos: Werner Krauss, Conrad Veidt e Emil Jannings. Os dois primeiros, inclusive, já passaram pela tela do Cinema Falado, interpretando Caligari e Cesare, respectivamente, em O Gabinete do Dr. Caligari, filme de estréia do projeto, em maio de 2006. Esta edição digital que será apresentada na sessão de abertura da temporada 2009 do Projeto Cinema Falado veio de uma cópia restaurada, com viragens de cores em tons belíssimos de verde, azul, lilás e sépia. Os próximos encontros já programados são: dia 9 de abril – O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante – mediado por Clelia Melo; dia 23 de abril – A Fraternidade é Vermelha – com mediação de Victor da Rosa; 7 de maio – Farenheit 451 – tendo como mediadora Maria Cecília Miranda Coelho; dia 21 de maio – Capitão Imaginário – mediado pelo próprio diretor Chico Faganelo; dia 4 de junho – 32 Curtas-Metragens Sobre Glenn Gould – mediação de Silvana Mariani; dia 18 de junho – The Corporation – mediado por Josias Ricardo Hack e dia 2 de julho – Dogville – com Aglair Maria Bernardo na mediação. As sessões acontecem quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 18h30min na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles, na Rua Victor Meirelles, 59, Centro de Florianópolis.

A entrada é gratuita. ———————————————————–

Cinema Falado do Museu Victor Meirelles O Gabinete das Figuras de Cera – Alemanha/1924 Diretor: Paul Leni Dia 26 de março de 2009, às 18h30min Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles Rua Victor Meirelles, 59 – Centro – Florianópolis Tel.: 48 3222-0692

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