Post cheio de parênteses.

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Vou falar de um filme que é extremamente emocionante pra mim.

O Ensaio Sobre a Cegueira.

É uma adaptação de muita responsabilidade. Há vários motivos que me fazem pensar sobre o filme de forma diferente.

 

Primeiro: José Saramago é, indiscutivelmente, o autor que mais mexeu na minha vida. (ok, eu li Paulo Coelho na adolescência, que que tem?)

O livro Ensaio Sobre a Cegueira eu li nas férias da faculdade, e a percepção sobre as sensações do mundo que despertaram em mim foram incríveis, principalmente por falar sobre cegueira.

 

Segundo: Sempre tive um pré-conceito assumido por remakes e adaptações, salvo exceções como O Iluminado, do Kubrick, baseado no livro de Stephen King (aliás, Stephen King parece que fazia livro pra adaptar para o cinema né? Confere as lista de adaptações de livros do cara!!!). Acho que, principalmente a fórmula cocô roliudiana (é, bem cocô, o post é meu e eu adoro a palavra!) sempre se serviu dos  contos escritos pela preguiça de criar.

 

Terceiro: Torço pelo Fernando Meirelles. Torço, não amo, mas respeito e vejo potencial. E sem o discurso “óóó, um brasileiro em roliúdêêê!”.(Fernando Meirelles despontou sua carreira depois da co-direção em Cidade de Deus, mas ele antigamente fazia direção de arte no Telecurso, aquelas tele-aulas que passam antes de amanhecer na globo. Tem um monte de gente conhecida lá! Agora o cara só dirige filme gringo.)

 

Quarto: Eu adoro o trabalho da Julianne Moore.

 

Quinto: Eu li em algum lugar que o Saramago gostou do filme. Algo dentro de mim diz que ele mentiu quando fez tal declaração. Mas ok, foi o primeiro Remake dele (foi né?).

 

Sexto: Eu quase chorei quando vi o trailer no blog Cinema e Argumento.

 

Enfim, ainda acho que foi um remake desnecessário. Espero que a direção e arte seja mais bonita do que a que criei na minha cabeça quando li.

 

É esperar lançar para eu tentar mudar de idéia!

(nervosa para a estréia!)

(Ok, eu gostei do trailer, reconheço muitas cenas parecidas com oque imaginei.)

 (Opa! Olha oque o diretor disse:na Folha de SP.)

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Uma resposta to “Post cheio de parênteses.”

  1. mamute Says:

    Bia, concordo com tudo, em gênero, número e grau. O livro é fantástico, mas o problema dos livros bons é q, geralmente, o filme não chega nem perto. Mas… vamos esperar.
    Abç

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